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Ansiedade, depressão e remédios controlados: quando o tratamento se confunde com dependência

  • Greenwood Instituto
  • 22 de set. de 2025
  • 1 min de leitura
1 em cada 5 pessoas recebem tratamento para dependência química. Dentre todos, os mais vulneráveis, sem dúvidas, são os jovens.

O Brasil é líder mundial em transtornos de ansiedade: 18,6 milhões de pessoas convivem com a condição, segundo a OMS. A depressão atinge mais de 11 milhões de brasileiros. Nesse cenário, cresceu de forma acentuada o uso de ansiolíticos e antidepressivos.


Dados da Anvisa revelam que, em apenas seis anos, as vendas de ansiolíticos aumentaram 110% e as de antidepressivos 74%.


Quando o remédio deixa de ser aliado

Medicamentos psiquiátricos são fundamentais para milhões de pessoas. Mas seu uso sem acompanhamento pode gerar novas formas de dependência. – Estudo da Fiocruz (2019) aponta que cerca de 30% dos brasileiros usam psicotrópicos sem prescrição adequada. – A associação com álcool ou drogas ilícitas amplia riscos de overdose. – A manutenção sem revisão médica pode tornar-se dependência silenciosa.


O papel da família

  • Incentivar acompanhamento profissional contínuo.

  • Conversar abertamente sobre efeitos colaterais.

  • Não banalizar a automedicação.


👉 O cuidado em saúde mental é amplo: envolve terapia, rotina estruturada, apoio social e, quando necessário, medicação supervisionada. Esse é o caminho que clínicas como a Greenwood oferecem a seus pacientes.


 🎙 A discussão sobre saúde mental não acaba aqui. No Conexões da Mente, podcast da Clínica Greenwood, você encontra reflexões semanais com especialistas.



Juntos, acreditamos na possibilidade de uma nova vida! 💚


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