Vício em Internet

Vício em Internet

Passar muito tempo enviando mensagens, checando e-mail e jogando games pela web pode não ser um bom sinal.

Segundo o “American Journal of Psychiatry, o vício em internet se tornou um problema de saúde pública nos EUA. O governo dos EUA estimava que em 2006, o número de pessoas entre 6 e 19 anos que sofrem do problema e necessitam tratamento éra de 210 mil crianças .

O que se pode afirmar é que a compulsão pela Internet torna-se um vício, como acontece com os entorpecentes. “É a mesma região do cérebro, o córtex pré-frontal, que mexe com a impulsividade. A pessoa fica impulsiva”, diz Nabuco, pesquisador do HC,SP.

Na maioria dos casos percebemos nos relatos das pessoas que a dependência foi instalada gradativamente, de forma ”sutil”, não sendo percebida de ínício.

Nos tempos de hoje a internet pode facilitar muito o meio de comunicação e praticidade de resolução de várias questões, além de “preencher um vazio” de muitas pessoas. Principalmente aquelas que têm dificuldades nas relações interpessoais. Assim inicia a problemática. Os jovens passam horas na frente do computador, cronificando suas dificuldades de comunicações verbais, até mesmo de expressar seus sentimentos. Os adultos buscam de forma compulsiva relacionamentos virtuais, que inúmeras vezes além do risco que oferecem, podem causar transtornos emocionais, tais como depressão e ansiedade decorrentes das desilusões e frustrações.

O programa da Greenwood oferece um tratamento ambulatorial capaz de sanar o vício de forma reeducativa, além do tratamento emocional.

São desenvolvidos grupos específicos e atendimentos individualizados.