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	<description>Clínica Médica Especializada em Dependência Química</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Feb 2012 18:24:03 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Pesquisa mapeia comportamento de dependentes químicos na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greenwood</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dependência Química]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dependentes químicos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Instituto Sírio-Libanês listou 2,4 mil comunidades virtuais. Discussões vão desde tratamento a como usar entorpecente.<br />
O Instituto Sírio-Libanês mapeou o comportamento de dependentes químicos na internet. Os pesquisadores usaram palavras chaves como maconha, usuário, pó e listaram 2,4 mil comunidades virtuais.<br />
Dessas, 996 abordaram como tema a maconha. Os participantes deixam mensagens sobre a descriminalização da droga, falam sobre os efeitos e até dão dicas para quem quer plantar a erva. Outras 995 comunidades abordavam o crack e têm como tópicos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/pesquisa/Paginas/default.aspx">Instituto Sírio-Libanês</a> listou 2,4 mil comunidades virtuais. Discussões vão desde tratamento a como usar entorpecente.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/pesquisa/Paginas/default.aspx">Instituto Sírio-Libanês</a> mapeou o comportamento de dependentes químicos na internet. Os pesquisadores usaram palavras chaves como maconha, usuário, pó e listaram 2,4 mil comunidades virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessas, 996 abordaram como tema a maconha. Os participantes deixam mensagens sobre a descriminalização da droga, falam sobre os efeitos e até dão dicas para quem quer plantar a erva. Outras 995 comunidades abordavam o crack e têm como tópicos as crises dos usuários, a busca por tratamentos e relatos de familiares que trocam experiências e indicam clínicas de desintoxicação. A cocaína é listada em 446 comunidades, onde os usuários falam do preço e da qualidade da droga, alguns até ensinam como usar o pó.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores trocaram mensagens com os participantes das comunidades para saber quais eram as fontes das informações disponibilizadas nas páginas. Todos citaram textos e vídeos informais, divulgados por outros usuários, muitas vezes anônimos. Nenhum internauta disse compartilhar informações obtidas em sites do Governo.</p>
<p style="text-align: justify;">“O volume de desinformação, de informação paralela, de informação equivocada, tem sido imenso, transmitidos por sites sem nenhuma responsabilidade, alguns banalizam a questão do uso das drogas, então dá a dimensão de que não é um problema tão grave assim. Nos sites do Governo existem mais informações para os gestores, ou para os profissionais da área de saúde. As informações mais voltadas para o usuário, dos interesses do usuário, perguntas do usuário, não são bem estruturadas”, afirma o coordenador de Saúde Mental de Ribeirão Preto, Alexandre de Souza Cruz</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente do Projeto de Restauração de Vidas (Proreavi) de Franca, Eliana Justino, diz que é preciso cuidado ao tratar todos os casos como sendo iguais. “Nem todas as informações que você encontra na internet são reais para aquele dependente, as pessoas são diferentes, então elas têm que ter um atendimento e um tratamento diferenciado”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">O técnico em química Gustavo Morais Almeida usou drogas por 15 anos. Em 2009 ele buscou informações na internet para deixar o vício. “Procurei saber sobre os tratamentos, sobre a melhor forma, mas também surgiram algumas dúvidas, como, por exemplo, se auto diagnosticar. De repente tem um medicamento que a gente pode usar ou não, colocando na cabeça da gente que de repente a gente pode ter uma doença ou outra, um transtorno. Sem a ajuda de um profissional é muito difícil”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também analisou os tópicos mais recorrentes nos fóruns dentro das comunidades. Muitos participantes reclamam da falta de leitos no sistema público e da dificuldade para pagar o tratamento. Em Ribeirão Preto são apenas 36 leitos disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para dependentes químicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Cruz falta investimento. “Há necessidade de locais para receber esses pacientes e os sistemas que se dizia que poderia substituir completamente a internação, na verdade não substituem. Eu não tenho a mínima dúvida de que isso é um dever que tem que ser cumprido pelo Estado”, diz.</p>
<h6 style="text-align: justify;">fonte: gazetaweb.com</h6>
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		<title>Conheça a nomofobia, o medo de ficar sem celular</title>
		<link>http://www.greenwood.com.br/noticias/conheca-nomofobia-medo-de-ficar-sem-celular/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 03:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greenwood</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Nomofobia]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa descobriu que 66% das pessoas morrem de medo de sair sem celular. Termo é abreviatura para &#8220;NO MObile phone phobia&#8221;<br />
Em tempos em que as pessoas não desgrudam de seus smartphones, um novo termo surgiu para designar aqueles que morrem de medo de sair de casa sem seus tão amados celulares: a nomofobia. O termo, que é a abreviatura para &#8220;NO MObile phone phobia&#8221; (fobia de ficar sem celular), surgiu pela primeira vez em 2008.<br />
A SecurEnvoy, empresa de serviços ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Pesquisa descobriu que 66% das pessoas morrem de medo de sair sem celular. Termo é abreviatura para &#8220;NO MObile phone phobia&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos em que as pessoas não desgrudam de seus smartphones, um novo termo surgiu para designar aqueles que morrem de medo de sair de casa sem seus tão amados celulares: a nomofobia. O termo, que é a abreviatura para &#8220;NO MObile phone phobia&#8221; (fobia de ficar sem celular), surgiu pela primeira vez em 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.securenvoy.com/" target="_blank">SecurEnvoy</a>, empresa de serviços móveis, entrevistou mil pessoas e descobriu que 66% delas sofrem dessa fobia, tendo medo de perder seu celular. Outros 41% possuem 2 ou mais celulares para conseguirem se manter conectados sempre, segundo o jornal inglês <a href="http://www.telegraph.co.uk/technology/news/9084075/Rise-in-nomophobia-fear-of-being-without-a-phone.html" target="_blank">The Telegraph</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E, ao que parece, as mulheres têm uma maior preocupação com os seus telefones móveis. 70% delas sofrem da fobia, contra 61% dos homens. Já no caso de terem 2 ou mais celulares, os homens ganham com 47%, contra 36% das mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Na divisão por idades, os jovens lideram. 77% das pessoas entre 18 e 24 anos possuem a nomofobia. No caso das que têm entre 25 e 30 anos, o número cai para 68%. Outra descoberta da pesquisa é que 49% dos entrevistados ficam chateados por terem suas mensagens lidas por outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança também foi abordada: 46% não utilizam nenhuma proteção em seus aparelhos, 41% usam uma senha de 4 dígitos para bloqueio de acesso e 10% criptografaram seus dispositivos.</p>
<h6 style="text-align: justify;">fonte: <a title="Nomofobia - Olhar Digital" href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/noticias/conheca-a-nomofobia,-o-medo-de-ficar-sem-celular">olhardigital</a></h6>
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		<title>Irmãos saudáveis de dependentes também têm tendência ao vício</title>
		<link>http://www.greenwood.com.br/noticias/irmaos-saudaveis-de-dependentes-tambem-tem-tendencia-ao-vicio/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 00:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greenwood</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dependentes químicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Alterações no cérebro podem ser traços carregados pela hereditariedade.<br />
Estudo foi divulgado na revista &#8216;Science&#8217;.<br />
Irmãos sem vícios de dependentes químicos possuem as mesmas características cerebrais de seus parentes, segundo um estudo divulgado nesta semana na revista &#8220;Science&#8221;. Os pesquisadores da Universidade de Cambridge, responsáveis pelo trabalho, acreditam que as alterações no cérebro que levam à dependência podem ser hereditárias.<br />
Mesmo que estudos posteriores confirmem que os cérebros de dependentes e seus irmãos sejam mesmo diferentes, os cientistas britânicos acreditam ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alterações no cérebro podem ser traços carregados pela hereditariedade.<br />
Estudo foi divulgado na revista &#8216;Science&#8217;.</p>
<p>Irmãos sem vícios de dependentes químicos possuem as mesmas características cerebrais de seus parentes, segundo um estudo divulgado nesta semana na revista &#8220;Science&#8221;. Os pesquisadores da Universidade de Cambridge, responsáveis pelo trabalho, acreditam que as alterações no cérebro que levam à dependência podem ser hereditárias.<br />
Mesmo que estudos posteriores confirmem que os cérebros de dependentes e seus irmãos sejam mesmo diferentes, os cientistas britânicos acreditam que essas alterações podem ser contornadas para evitar o vício.</p>
<p>Alterações no cérebro de dependentes já haviam sido estudadas, mas os pesquisadores até então não sabiam dizer se essas mudanças ocorriam antes ou depois do uso de entorpecentes.<br />
Para conseguir saber o momento que o cérebro mudava, Karen Ersche e seus colegas em Cambridge estudaram duplas de irmãos: um com problemas de vício e outro saudável. A dependência química foi estudada tanto para casos de álcool como para o uso de drogas ilegais.<br />
Testes para medir a capacidade de controlar impulsos foram conduzidos entre os participantes, que realizaram experiências para saber se conseguiam deixar de seguir uma determinada instrução com rapidez.</p>
<p>Na comparação com pessoas sem histórico de vício na família, cada dupla de irmãos apresentou resultados piores. Após a análise de imagens da atividade cerebral dos participantes, os cientistas britânicos verificaram uma diminuição na densidade da massa branca no cérebro e alterações no volume de massa cinzenta em regiões como a amígdala.<br />
O grupo ainda sugere que dependentes químicos e seus irmãos possam se beneficiar de intervenções médicas voltadas ao aumento do autocontrole, uma das condições vitais para o combate ao vício.</p>
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		<title>Polêmica, ação na Cracolândia completa 2 semanas</title>
		<link>http://www.greenwood.com.br/noticias/polemica-acao-na-cracolandia-completa-2-semanas/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 19:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greenwood</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A ação da Polícia Militar apreendeu, até o momento, pouco mais de dois quilos de crack<br />
<br />
O tráfico de drogas vai se afastar da Cracolândia para evitar prisões, por isso, o serviço de inteligência do DENARC é fundamental neste momento. A operação da Polícia Militar, que completa hoje duas semanas, apreendeu pouco mais de dois quilos de crack.<br />
Já o Departamento de Narcóticos localizou, em apenas uma ação, dezesseis mil pedras da droga, que somam mais de sete quilos. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ação da Polícia Militar apreendeu, até o momento, pouco mais de dois quilos de crack</strong></p>
<p><strong></strong><br />
O tráfico de drogas vai se afastar da Cracolândia para evitar prisões, por isso, o serviço de inteligência do DENARC é fundamental neste momento. A operação da Polícia Militar, que completa hoje duas semanas, apreendeu pouco mais de dois quilos de crack.</p>
<p>Já o Departamento de Narcóticos localizou, em apenas uma ação, dezesseis mil pedras da droga, que somam mais de sete quilos. Para a cúpula da segurança pública, pequenas apreensões na Cracolândia são normais e a dificuldade de Publicidadeencontrar grandes quantidades tende a aumentar.</p>
<p>A presença ostensiva da Polícia Militar fez com que usuários e traficantes se espalhassem e fracionassem as pedras para diminuir o tamanho. Em entrevista a Thiago Samora, o diretor do DENARC, Wagner Giudice, disse que a polícia agora vai agir para encontrar os laboratórios do crack. “Dentro da Cracolândia é muito difícil você fazer uma apreensão de mais de meio quilo. Quando chega lá, é muito espalhado”.</p>
<p>De acordo com a PM, o tráfico de drogas não acabou na Cracolândia, mas o local está pronto para o trabalho dos agentes de saúde. O comandante da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, explicou que não haverá ação integrada para poder aumentar as chances de adesão ao tratamento.</p>
<p>O secretário de Saúde, Giovanni Guido Cerri, garante que o governo do Estado está aumentando o número de leitos para internação dos dependentes químicos. Cerri lembrou que o crack é um problema sério e enfatiza que o álcool é a porta de entrada para as drogas. “O grande problema de saúde pública é o álcool, que é a porta de entrada para as drogas”.</p>
<p>O governador de São Paulo elogiou o trabalho dos assistentes sociais que convenceram centenas de usuários a optar pela internação sem obrigatoriedade. Segundo Alckmin, o trabalho é longo e a polícia vai continuar na região da Cracolândia por tempo indeterminado.</p>
<p>O governador destaca que a reunião da última semana colocou o Ministério Público por dentro das ações da polícia no Centro. De acordo com Geraldo Alckmin, agora as instituições devem agir de maneira mais integrada.</p>
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		<title>Cracolândia precisa &#8220;da ajuda de todos&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 19:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Greenwood</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cracolândia]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[A polêmica na Ação Integrada Centro Legal, que ocorre na região da Cracolândia, no Centro da capital paulista, completa duas semanas.<br />
Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a região precisa da ajuda de todos, em especial, do governo federal. Segundo o governador, até o momento, foram contabilizadas 80 internações volutárias, das 1.782 pessoas abordadas por profissionais da Saúde, apreensão de 3,275 kg de crack, 15,159 kg de cocaína e de 42,524 ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A polêmica na Ação Integrada Centro Legal, que ocorre na região da Cracolândia, no Centro da capital paulista, completa duas semanas.</p>
<p>Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a região precisa da ajuda de todos, em especial, do governo federal. Segundo o governador, até o momento, foram contabilizadas 80 internações volutárias, das 1.782 pessoas abordadas por profissionais da Saúde, apreensão de 3,275 kg de crack, 15,159 kg de cocaína e de 42,524 kg de maconha, além da recaptura de 43 fugitivos procurados pela Justiça e prisão de 109 pela Polícia Militar desde o início da ocupação, no último dia 3 de janeiro. </p>
<p>O governador de São Paulo enfatizou que para combater a dispersão de usuários e traficantes, a Polícia Militar dobrou o policiamento nas regiões próximas à Cracolândia. Mais de duzentos policiais militares compõem o efetivo da corporação na nova fase da ação. A operação também ganhou mais viaturas. São 117 carros e 26 motos, além do patrulhamento com bicicletas, 40 cavalos, 12 cães farejadores e o helicóptero Águia. </p>
<p>Nos últimos meses, a presidente Dilma Rousseff e o governador de São Paulo exaltaram parceria e trocam afagos em diversos eventos. Em menos de seis meses, Dilma visitou o Palácio dos Bandeirantes três vezes em apenas seis meses. Porém, nem integrantes do PSDB nem do PT, veem essa parceria com bons olhos. Sobre o assunto, Alckmin explicou que “em nivel federal, o PT ganhou as eleições e tem o dever de governar bem. O PSDB perdeu e tem a obrigação de fiscalizar bem”. “Quem ganha governa, quem perde fiscaliza e se prepara para o futuro. E quem ganha com isso é a população”.</p>
<p>O PSDB promoveu, nesta segunda-feira, o segundo debate entre os pré-candidatos do partido à prefeitura de São Paulo. Os secretários estaduais Andrea Matarazzo (Cultura), Bruno Covas (Meio Ambiente), José Aníbal (Energia) e o deputado federal Ricardo Trípoli falaram a militantes tucanos em Santo Amaro, na Zona Sul, sobre os problemas da capital paulista. Mas e o ex-governador de São Paulo, José Serra, será candidato? Geraldo Alckmin defendeu a escolha ampla de um candidato majoritário e com isso, “quanto mais ampla for a escolha através de prévias, você só ganha com isso”. “Quem for escolhido tem mais legitimidade, quem não for tem o compromisso de apoiar. Isso evita divisões e une mais o partido. Se o Serra quiser ser candidato, ele será um ótimo candidato. Nós defendemos as alianças (…) O PSDB fará uma escolha democrática”.</p>
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