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Jovem Pan – Psiquiatra Cirilo Tissot discute a definição da OMS do vício em games como distúrbio psiquiátrico

Entrevista com o Dr. Cirilo Tissot para a rádio Jovem Pan

No sábado dia 08/07/2017, o programa Pan News da rádio Jovem Pan, entrevista o psiquiatra Cirilo Tissot, da clínica Greenwood, sobre definição da OMS do vício em games como distúrbio psiquiátrico.

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Rádio Transamérica – Psiquiatra Cirilo Tissot discute diferentes tipos de vícios no programa 2 em 1

Entrevista com o Dr. Cirilo Tissot para a rádio Transamérica

Na quarta-feira dia 07/06/2017, o programa 2 em 1 da rádio Transamérica, recebeu o psiquiatra Cirilo Tissot para debater o tema “Qual o seu vício?”.

Durante a atração, o especialista fala sobre os tratamentos que podem amenizar ou até curar o vício.

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Rádio Gazeta AM – Entrevista com o Dr. Pablo Roig sobre a Maratona de palestras do Instituto Greenwood

Entrevista com o Dr. Pablo Roig para a rádio Gazeta AM

No Almanaque Gazeta, o locutor Gilles Sonsino e a colaboradora Mariana Caruso entrevistaram o Dr. Pablo Miguel Roig, médico psiquiatra e diretor da Clínica Greenwood. O assunto foi um ciclo de palestras que serão realizados pelo Instituto Greenwood acerca de novidades científicas no tratamento da dependência química.

O doutor explicou sobre a importância da disseminação de informações sobre essa patologia, o processo do tratamento de um dependente químico e os assuntos principais das mesas de debate do evento.

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Clínica Greenwood investe em novo tratamento para Depressão

Clínica Greenwood investe em novo tratamento para Depressão
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A Clínica Greenwood conta com um novo tratamento para a depressão, a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) que é uma técnica de tratamento indolor, não invasiva e segura, que vem sendo muito utilizada na área da psiquiatria e aprovada pela FDA em outubro de 2008 para uso na depressão e no Brasil em 2012 pelo Conselho Federal de Medicina para o uso em depressão, esquizofrenia e planejamento de neurocirurgia.

Os efeitos do eletro magnetismo sobre o sistema nervoso central são estudados desde 1896 pelo médico e físico D’Arsonval. Nos anos 90 começaram estudos com efeitos da EMT como a conhecemos hoje e os efeitos na depressão e outras patologias.

O tratamento consiste em uma bobina que é colocada sobre o escalpe do paciente e é gerado um campo magnético pela bobina assim nos dando a possibilidade modular a excitabilidade cortical do cérebro de estimulando ou inibindo a área cerebral desejada. A eficácia na depressão é similar à de muitos antidepressivos não apresentando os efeitos colaterais destes.

Outros recomendações

Hoje existem estudos demonstrando seus efeitos também em patologias como TOC, ansiedade, Parkinson, dor crônica, zumbido, há estudos em andamento que vêm demonstrando efeitos na diminuição da fissura em usuários de crack, cocaína e nos tabagistas. Na dependência química estudos vêm demonstrando que com 10 sessões há uma excelente resposta.

O Tratamento EMT

O tratamento com EMT é realizado em sessões diárias com duração média de 25 a 30 minutos e pode ser estipulado um prazo para cada de paciente dependendo da gravidade do quadro e resposta, sendo na depressão uma média de quatro semanas, com intervalos aos fins de semana. O seguimento dependendo de cada caso pode ser semanal, mensal ou trimestral.

Reportagem

Reportagem na Rede TV mostra como o Emt atua na ajuda com a ajuda da depressão.

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Oxi já corresponde a 80% das apreensões de drogas no Pará

Oxi já corresponde a 80% das apreensões de drogas no Pará
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Uma noticia publicada pela folha de são paulo traz dados preocupantes sobre uma nova droga (já conhecida há mais de 20 anos por usuários e autoridades no Amazônias) que vem se espalhando pelo pais. Uma grande quantidade da droga Óxi, droga  que é mais forte e mais barata que o crack representa 80% das apreensões de drogas no Pará e vem se espalhando pelo país.
BELÉM – Droga conhecida há mais de duas décadas por usuários e autoridades na Amazônia, o oxi é hoje um dos entorpecentes mais usados nas cidades do Norte do Brasil, de acordo com autoridades policiais da região.

“O oxi hoje já responde por cerca de 80% das apreensões de drogas aqui no Pará. Definitivamente essa é a droga da moda aqui na nossa região”, afirma o chefe da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Pará, Ivanildo Santos.

Versão mais tóxica e mais barata do crack, o oxi está agora chegando aos grandes centros do Sudeste, depois de já ter feito grandes estragos nas regiões de fronteira.

“É mesmo uma epidemia, uma questão de saúde pública. Como o oxi é mais barato do que o crack, a tendência é que se torne a droga dominante nas periferias pobres das grandes cidades,” diz Santos.

“Algumas semanas atrás, eu apreendi uma carga de mais de 20 quilos de oxi aqui em Belém, com traficantes fortemente armados”, diz o delegado Eder Mauro, policial conhecido por perseguir duramente os traficantes da região.

Nas ruas de Belém, no Pará, é comum sentir o cheiro de plástico queimado e combustível que emana dos grupos de usuários da droga.

“A vida na rua é difícil. Eu tenho que correr atrás de dinheiro todos os dias para drogas ou eu não durmo”, disse um usuário de oxi à BBC Brasil, entre um trago e outro.

“(Se eu não usar a droga) Fico agoniado. Quando vejo a pedra (de oxi) acabando, já começo a pensar como fazer para conseguir mais.”

Tóxica. O oxi é feito com a mesma pasta de cocaína usada para fazer o crack. No entanto, ela é misturada com produtos químicos mais baratos, como cal virgem e querosene ou gasolina. Por isso, é mais tóxica ao organismo.

No Centro Nova Vida de reabilitação de dependentes químicos, são frequentes as histórias sobre vidas e famílias destruídas pela droga, já bastante conhecida entre os pacientes.

O presidente da ONG, Luiz Veiga, diz que cerca de 80% dos 30 residentes já usaram oxi.

“É uma droga terrível. Ela tem produtos químicos extremamente prejudiciais a todos os órgãos, a começar pelo fígado”, diz Veiga. “Os usuários também chegam aqui com graves problemas mentais, como delírios e mania de perseguição.”

Veiga também usou drogas por 28 anos – ele perdeu sua corretora imobiliária e viveu nas ruas por mais de uma década, antes que um ex-funcionário de sua empresa o resgatasse. Há 21 anos, ele está livre do vício e, há 18, fundou o Centro Nova Vida.

“As ruas estão ainda piores hoje do que eram no meu tempo. Há mais violência e novas drogas mais nocivas, como esse oxi”, diz ele

Reabilitação. Todos os pacientes no Centro Nova vida estão em reabilitação voluntária, e a maioria não paga pelo tratamento.

Como estão ali para se reconciliar com o passado, os residentes contam suas histórias de maneira aberta e com os detalhes mais chocantes – desde que suas identidades sejam preservadas.

“Eu era da Polícia Militar, mas fui reformado (aposentado) porque meus superiores pensavam que eu era louco. Só que foi o consumo de drogas”, diz um homem de cerca de 40 anos de idade.

Ele afirma que vendeu tudo que tinha em casa e começou a traficar drogas para pagar por seu vício. “Eu perdi minha família. Minha esposa me abandonou, meus filhos foram embora e apenas os traficantes de drogas estavam interessados em mim.”

Não demorou muito para que o ex-policial se tornasse um criminoso. “Eu estava roubando e praticando assassinatos por encomenda para traficantes”, diz ele.

Agora o ex-policial conta que está limpo há dois meses e mantém esperança de construir uma nova vida. “Espero que minha família me aceite de volta, mas eu não posso ter certeza. Eu os fiz sofrer muito. ”

Um estudante de 17 anos que também está no centro diz que começou a usar oxi e outras drogas aos 12 anos. “O oxi foi a droga mais forte que eu usei, bem mais do que o crack. Fiquei viciado muito rápido e logo eu estava fazendo qualquer coisa para conseguir droga. ”

Apesar de ainda não ser maior, o rapaz já ficou detido por dois anos por roubo. E os tribunais nunca chegaram a saber dos assassinatos que ele diz ter cometido.

“Eu tinha dívidas enormes com um traficante. Ele me mandou matar um de seus rivais ou ele ia me matar”, conta. “Fui para a viela onde vivia o alvo e comecei a atirar. Matei pelo menos duas pessoas, mas talvez mais.”

O adolescente – que terminou recentemente o programa de quatro meses reabilitação – está agora de volta para a escola e com a esperança de recomeçar a vida.

“Eu me arrependo muito da maneira como eu perdi a minha vida com as drogas. E me entristece ver que o oxi está agora se espalhando por todo o país.” BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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