Archive for dezembro 2012

Família é fundamental na luta contra as drogas

Família é fundamental na luta contra as drogas
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Banner JP Clínica Greenwood na luta contra as drogas

O psiquiatra Cirilo Liberatori Tissot da Clínica Greenwood cedeu entrevista à Rádio Jovem Pan explicando por que a família é fundamental na luta contra as drogas. Abaixo matéria na íntegra com o áudio disponível.

Família é fundamental na luta contra as drogas

Família é fundamental na luta contra as drogas, afirma o psiquiatra Cirilo Liberatori Tissot, diretor da Clínica Greenwood, integrante de Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas, campanha com apoio da Lincx Sistemas de Saúde e da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Ouça a Entrevista em áudio do dr. Cirilo Liberatori Tissot na Jovem Pan.

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Depoimento sobre a Clínica Greenwood na CMI Brasil

O artigo escrito por Carlos é um depoimento sincero de um paciente da Clínica Greenwood que ficou internado por 6 meses para tratar seu vício por diversos tipos de drogas. O depoimento foi escrito 11 meses depois da internação e publicado na CMI Brasil, Centro de Mídia Independente.

Depoimento sobre a Clínica Greenwood

A Clínica Grenwood foi a primeira clinica que fiquei internado. Fiquei internado na clínica Greenwood por 06 meses.

O sistema de regras é rígido mesmo.  A equipe da clínica composta de médicos e psicólogos faz coisas que eu nem sempre acreditava e/ou aceitava.  Porém, hoje, já com 11 meses após minha saída da clínica, concordo plenamente com tudo que presenciei ou vivi.

Quando fui internado, estava me matando de tanta consumir drogas, e o pior estava matando as pessoas que mais amo, (meus pais, irmãos e esposa).  No período que estive internado, resgatei meus valores básicos, aqueles ensinados desde a infância.

Hoje estou bem, fortalecido e principalmente preparado para enfrentar as frustrações do dia a dia, sem precisar recorrer a drogas.

Os pacientes que na minha época necessitaram ficar no COI, (centro de observação intensiva), estavam atentando contra a vida de alguém ou principalmente contra a própria vida.

Hoje vejo, que não é porque discordo ou me frustro com algumas regras que preciso me drogar. Até mesmo esse direito de protestar, não concordar etc…, aprendi com a equipe da clínica a expressar de forma correta e assertiva.

Não estou defendendo com unhas e dentes a clínica ou a equipe de profissionais, porém serei sempre grato a eles por terem salvo minha vida e me devolvido o direito de vivê-la plenamente. Carlos

Email: carlosadv3556@hotmail.com

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Conheça a clínica Greenwood, onde está internado Fábio Assunção

Conheça a clínica Greenwood, onde está internado Fábio Assunção
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A Clínica Greenwood mais uma vez foi destaque na revista Quem que falou sobre a recuperação de de Fábio Assunção.

Reportagem sobre Fábio Assunção e Clínica Greenwood

Imagem de Fábio Assunção em tratamento na Clínica GreenwoodA 35 quilômetros da capital paulista, a Clínica Greenwood tem decoração simples, quartos compartilhados e regras estritas para os até 30 pacientes

Há pouco mais de um mês, o ator Fábio Assunção saiu de cena. Deixou a rotina de gravações da novela Negócio da China, no Rio de Janeiro, para se tratar de dependência química. O local escolhido foi a Clínica Greenwood, no município paulista de Itapecerica da Serra, a cerca de 35 quilômetros da capital – a mesma que abrigou, por um ano, o ex-jogador e comentarista de futebol Walter Casagrande Júnior.

Apesar de isolado, Fábio não está internado em nada parecido com um hospital. Cercada por um jardim bem cuidado, com piscina e quadra poliesportiva, a Greenwood fica em uma casa branca, limpa, com decoração antiga de móveis de madeira pesados tanto nos quartos quanto nas áreas comuns, conforme relatam ex-internos ouvidos com exclusividade por QUEM. Localizada num condomínio de classe média alta, tem esquema de segurança discreto. Na entrada do condomínio, não há porteiros ou seguranças. Na casa, apenas um portão com interfone. Mas a Greenwood tem uma equipe de 60 profissionais, entre médicos, enfermeiros, pessoal de serviços, seguranças e outros. São dois profissionais para cada paciente – 30 no máximo. Esses “hóspedes”, na maioria homens, jovens de famílias abastadas, se dividem entre quartos individuais até quádrupulos, todos suítes. Os preços variam de 13 mil a 22 mil reais por mês, dependendo do tipo de acomodação.

Passada a fase inicial de diagnóstico, de um mês, os pacientes são divididos em dois grupos de terapia: G1 e G2. Quem acabou de entrar na clínica vai sempre para o G2, o grupo daqueles que ainda não desenvolveram consciência sobre sua condição de dependente químico. Para passar para o G1, o paciente precisa aceitar a idéia de que nunca mais poderá usar substâncias químicas em geral, incluindo bebidas alcoólicas.

Não há tempo determinado para a duração dessa etapa. Conforme entrevista dada à revista Época em abril, aos sete meses de internação, Casagrande levou quatro meses até a aceitação do tratamento e ficou oito meses no G2, sem poder sair da clínica, receber visitas ou mesmo falar ao telefone. Dentro da Greenwood, ninguém usa celular ou internet.

REGRAS DE CONDUTA

Imagem da da Clínica GreenwoodPertencer ao G1, no entanto, não é garantia de passe livre. As visitas são só nos finais de semana e os telefonemas, controlados.

Além disso, um paciente do G1 pode perder o direito a receber visitas se não se comportar bem. Tanto G1 quanto G2 seguem um sistema de penalização com contagem de pontos.

Todos acordam com 10 pontos de crédito, que podem perder ou manter ao longo do dia, conforme seu comportamento. Chegar atrasado para atividades como trabalho na horta e sessões de terapia, por exemplo, significa pontos a menos.

Ao fim da semana é feita uma média. Quanto mais baixa for, menos regalias terá o paciente.

No caso do G1, visitas e telefonemas são considerados regalias. O uso da piscina, o direito de dormir mais tarde e poder beber refrigerante no fim de semana são regalias para todos.

ROTINA

Imagem do quarto standard da Clínica GreenwoodAs terapias de grupo e individuais ocupam boa parte da rotina na Clínica Greenwood. O dia na clínica começa cedo, às 7h, com atividades esportivas. Depois os pacientes tomam café-da-manhã e seguem para seus grupos de terapia. Param para almoçar e, lá pelas 17h, encerram as atividades com uma sessão de relaxamento. Após o jantar, podem ver TV a cabo nas áreas comunitárias.

Existem regras rígidas. O cigarro, por exemplo, é permitido, mas desestimulado. Apenas dois pacientes por vez podem fumar, sempre de pé e sem conversar entre si. Namoros são expressamente proibidos e a arrumação dos quartos é obrigatória, sob pena de se perderem pontos e regalias.

O paciente recebe tarefas para benefício coletivo, como ajudar na horta que fornece alimentos à cozinha. “As minhas são tirar o café-da-manhã, limpar a sala de grupo e pôr o gelo na mesa das refeições. Na quinta, coloco as roupas para lavar e as penduro. Na sexta, eu as tiro do varal”, descreveu Casagrande enquanto estava na clínica.

A família dos pacientes da Clínica Greenwood também precisam se envolver no tratamento. Mesmo quando não há visitas, pais, irmãos, cônjuges e filhos devem também fazer terapia em uma filial da Greenwood no bairro do Ibirapuera, em São Paulo.

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